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Termogênicos ajudam a acelerar o metabolismo e consequentemente, na queima de calorias
 

Alimentos que aceleram o metabolismo, fibras para regular o intestino e outras mil apostas de dieta para emagrecer. Mas não são só os alimentos certos que possibilitam a perda de peso, a temperatura das refeições também pode ter função termogênica no organismo. A nutricionista Regina Teixeira explica qual a relação entre a temperatura dos alimentos e o emagrecimento.­

Água gelada emagrece?

A especialista afirma que a água gelada emagrece mais do que em temperatura ambiente. Isso porque, quando se bebe água muito fria, o corpo também resfria. E, para que volte à sua temperatura normal - em torno de 36 graus -, terá que trabalhar mais para aquecê-lo. “Isso chama-se termogênese e gera um aumento de consumo de energia, promovendo uma queima calórica. Porém, essa queima é pequena, pouco representativa em um dia alimentar”. Portanto, é preciso aliar a água gelada a outras mudanças no cardápio e na rotina de atividades físicas.


Comida quente dá saciedade?

A comida quente pode confortar o estômago mais rápido e por mais tempo

Muitas pessoas afirmam que comidas quentinhas dão saciedade. E é bem verdade que elas podem confortar o estômago mais rápido e por mais tempo. Porém, nesse quesito vale um alerta: por causarem essa sensação boa, passa a ser mais gostoso comer, e é mais fácil abusar da quantidade. A nutricionista diz que é preciso cuidado, pois normalmente estes alimentos são mais calóricos e com digestão mais lenta.
Há mais bactérias no corpo humano do que sonha nossa vã filosofia. Mais numerosas do que o total de células do organismo inteiro, elas colonizam a pele e as mucosas que revestem a superfície interna dos aparelhos respiratório, genitourinário e digestivo.

Na fase intrauterina, vivemos num ambiente estéril, porque a placenta cria uma barreira que impede a flora materna de chegar até nós. Assim que o útero de nossas mães decide expulsar o parasita que lhes consumiu as entranhas durante nove meses, caímos num mundo com germes no ar, na água, nas pessoas que nos embalam e até nos seios daquelas que nos alimentam com tanto amor.

Já na primeira mamada, nossos intestinos são invadidos por milhões de bactérias, decididas a encontrar um nicho ecológico que lhes permita cumprir o mandamento supremo da vida na Terra e em qualquer planeta em que tenham existido ou porventura venham a existir: crescei e multiplicai-vos.

Nos míseros cinco milhões de anos em que nossa espécie tem feito de tudo para sobreviver, as bactérias aprenderam que a simbiose com as células intestinais é estratégia mais inteligente do que invadir a mucosa, penetrar os tecidos internos, desorganizar a fisiologia humana e matar o hospedeiro. Em ambiente de convivência harmoniosa, podem ter acesso aos nutrientes que ingerimos e até ajudar a digestão de alimentos para os quais não estamos preparados sem despertar a ira do sistema imunológico.

Em 2006, um grupo da Universidade de Washington observou que os intestinos de ratos obesos abrigavam uma população de bactérias diferente daquela existente em seus companheiros magros. Três anos mais tarde, o mesmo grupo publicou na revista Science um estudo mostrando que ratos magros “alimentados” com a mesma flora bacteriana dos gordos, também ganhavam peso.

Por simples manipulação das bactérias que vivem no intestino, seria possível realizar o grande sonho das mulheres e dos homens modernos: comer e beber à vontade sem engordar?

Pode parecer uma ideia mirabolante, mas faz algum sentido. Há muito tempo os criadores sabem que adicionar pequenas doses de antibióticos à ração faz o gado engordar, e que o efeito é tão mais evidente quando mais cedo começa o tratamento dos bezerros.

Se com o gado ocorre esse fenômeno, será que os antibióticos receitados às crianças, desde a descoberta da penicilina, não estariam implicados na epidemia de obesidade que se dissemina pelos cinco continentes?

No último Congresso Internacional sobre o Microbioma Humano, na cidade de Vancouver, Martin Blaser, da Universidade de Nova York, apresentou um trabalho comparando dois grupos de ratos criados em condições comparáveis: o primeiro recebeu diariamente doses baixas de antibióticos, enquanto o segundo não foi medicado. No final, os ratos alimentados com antibióticos tinham flora intestinal com menor diversidade do que os outros, pesavam 15% mais e acumulavam 25% mais gordura no fígado (esteatose hepática).

Pesquisadores do consórcio Meta-HIT que se dedicam a investigar a relação entre as condições de saúde e os genes bacterianos presentes no intestino humano, compararam os genes das bactérias presentes nas fezes de 177 dinamarqueses magros com aqueles detectados em 122 conterrâneos obesos ou com excesso de peso. Enquanto as fezes da maioria dos participantes continham cerca de 600 mil genes bacterianos diferentes, pelo menos um terço dos obesos apresentavam ao redor de 360 mil, indicando menor biodiversidade.

Foram identificadas seis espécies de bactérias cuja presença ou ausência permitia predizer em mais de 80% dos casos se pertenciam à flora intestinal de uma pessoa magra ou gorda, enquanto a análise dos fatores genéticos predisponentes à obesidade possibilitava prever com acerto apenas 58% das vezes.

O que não está claro é se as diferenças encontradas entre os microbiomas intestinais são a causa ou a consequência da obesidade, ou se representam fatores que apenas contribuem para que ela se instale.

Ainda levará tempo para surgir um iogurte rico em bactérias capazes de emagrecer sedentários que bebem sem moderação e comem tudo o que lhes oferecem.
Drauzio Varela
A partir do site Estação Saúde. Leia no original
Estudos recentes revelam que o ganho de peso está também relacionado a um desequilíbrio entre os micróbios que habitam nossos intestinos


O tratamento da obesidade é um dos maiores embates da medicina. Parte da dificuldade está no fato de a doença jamais se manifestar isoladamente. O ganho de peso aumenta o risco de problemas cardiovasculares e de diabetes. Mas o maior entrave dos especialistas está em decifrar os mecanismos associados ao distúrbio. A obesidade é causada por diversos fatores, com papéis diferentes no desencadeamento dos males, a depender do caso. Ganha-se peso por problemas genéticos, hormonais, ambientais e comportamentais. Recentemente, os pesquisadores identificaram outra causa: as bactérias encontradas nos intestinos. Um artigo publicado na revista científica americana Nature, resultado da compilação dos mais relevantes trabalhos conduzidos sobre o assunto na última década, esmiuçou essa insólita relação. Um desequilíbrio nas bactérias intestinais está atrelado a um processo inflamatório, atalho para a obesidade. O desarranjo permite que fragmentos desses micróbios saiam de seu habitat (os intestinos), caiam na corrente sanguínea e atinjam as células de gordura, alterando seu metabolismo. O passo seguinte é o acúmulo de adipócitos (veja o quadro abaixo). “O achado é um dos avanços mais interessantes da endocrinologia nos últimos dez anos”, diz o endocrinologista Freddy Eliaschewitz, diretor do Centro de Pesquisas Clínicas (CPClin), de São Paulo.

A relação entre bactérias e obesidade começou a ser estudada em meados dos anos 2000, quando o microbiologista Fredrik Bäckhed, da Universidade Washington, em Saint Louis, observou que camundongos criados em ambientes estéreis, ou seja, com pouco contato com bactérias, tendiam a ser mais magros em relação às cobaias que se expunham aos microrganismos. Bäckhed fez então um transplante da flora intestinal entre os animais. Por meio de cápsulas, os ratos magros receberam as bactérias presentes nos intestinos dos ratos gordos, e vice-versa. O resultado foi surpreendente: os magros ganharam peso e os gordos emagreceram. No início do ano, um estudo da Universidade Yale, nos Estados Unidos, ajudou a detalhar quais micróbios estão associados à obesidade. A flora intestinal é composta de 100 trilhões de bactérias, divididas em duas principais classes: firmicutes e bacteroidetes. As primeiras são mais resistentes à ação do sistema imunológico. As segundas, além de mais vulneráveis, estimulam as células de defesa a produzir substâncias anti-inflamatórias. Um organismo saudável contém os dois tipos em quantidades semelhantes. Por meio de biópsias intestinais feitas nas cobaias de laboratório, os pesquisadores de Yale mostraram que os ratos obesos apresentam uma quantidade maior de bactérias da família das firmicutes.

Pioneirismo - Bäckhed: testes em ratos  
O mais recente Congresso Europeu de Diabetes, realizado há um mês em Berlim, na Alemanha, trouxe ainda mais novidades. Pesquisadores do Centro Médico Acadêmico de Amsterdã, na Holanda, um dos principais centros de referência nos estudos sobre microbiologia, apresentaram os resultados de estudos sobre o assunto conduzidos em seres humanos. Nove homens com excesso de peso, portadores de diabetes tipo 2 e com a flora intestinal desregulada, receberam bactérias de nove homens magros e com os intestinos em equilíbrio. Outros nove voluntários, também acima do peso, serviram de grupo de controle. Depois de seis semanas, os voluntários do primeiro grupo perderam cerca de 4 quilos, mantendo os hábitos de vida inalterados. Os outros não sofreram mudanças. Os organismos que emagreceram também melhoraram a sensibilidade à insulina, o hormônio responsável por transportar glicose às células. Não houve mais intervenções. Um ano depois, porém, os homens que emagreceram retomaram o peso inicial. “Os resultados sugerem que o tratamento com bactérias deverá ser contínuo”, diz o endocrinologista Eliaschewitz.

As recentes descobertas abrem caminho para o desenvolvimento de várias frentes de tratamento contra a obesidade, até pouco tempo inimagináveis. Diz o infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcelos, em São Paulo: “Uma das possíveis estratégias a ser testadas é o uso de terapias que promovam o equilíbrio da flora intestinal”. Como, por exemplo, os probióticos, bactérias vivas consumidas na forma de iogurte, leite fermentado, cápsula ou sachê. Porções com cerca de 1 bilhão de microrganismos são atualmente ingeridas com o objetivo de regular o trânsito intestinal e reforçar o sistema imunológico de forma geral. Além disso, os probióticos são chamados de bactérias do bem pela baixa agressividade, ou seja, pouca capacidade de ultrapassar os intestinos e cair na corrente sanguínea -- justamente o princípio de intoxicação que leva ao acúmulo de células de gordura. Para que os probióticos possam ser indicados para emagrecer, ainda são necessárias pesquisas que atestem a eficácia do método e determinem as doses ideais para a perda de peso. A expectativa é que, em dez anos, as bactérias da magreza estejam em campo na luta contra as bactérias da obesidade.






 A partir da Revista Veja. Leia no original

O médico canadense Ben Williams, que chegou a pesar 145 quilos, conta como precisou de ajuda para deixar de ser obeso

Ben Williams*

Diante de um paciente obeso, é tentador explicar a matemática: eles precisam comer menos e se exercitar mais. Por mais que isso seja verdade, é quase inútil. Eu também quero que esses pacientes deixem de lado os Venti Mochas (bebida de café altamente calórica) e coloquem suas roupas de academia. Mas eu tento me lembrar de que esse conselho não foi útil para mim, e dificilmente será para meus pacientes obesos. Durante toda a minha vida, dos meus seis anos até dois anos atrás, eu era realmente gordo. Agora não sou mais.

Entrevista
'Depois de 25 anos tentando emagrecer, concluí que era incapaz de conseguir sozinho', diz médico canadense

À esquerda: Ben Williams em 2010, antes da cirurgia de redução de peso, pesando 145 quilos.
À direita: foto atual do canadense, 50 quilos mais magro
Há dois anos, Ben William pesava 145 quilos. Após 25 anos de tentativas frustradas de perder peso, passou por uma uma cirurgia bariátrica e agora está 50 quilos mais magro

Desde que era criança, Ben Williams sofria com o excesso de peso. Sua história seria mais uma entre tantas, se Williams não fosse médico e se não tivesse a exposto nesta semana, no periódico da Associação Médica Canadense. Algo raro para um médico, Ben escreveu um artigo relatando sua trajetória e as dificuldades que um obeso enfrenta na tentativa de emagrecer — e permanecer assim.

Teste

Seu peso é ideal?

O índice de massa corpórea (IMC), que relaciona altura e peso, é um dos métodos mais utilizados para determinar se você está com o peso ideal, com sobrepeso ou obeso.
Instruções: Para saber se você está dentro do peso ideal para a sua idade, divida o peso pela altura.  Depois, tendo por base a idade e o sexo, confira o resultado na tabela. Se o resultado do cálculo (IMC) estiver na coluna laranja, há sobrepeso. Se estiver na coluna rosa, está obeso. Resultados intermediários também são perigosos pois indicam que a pessoa está saindo do sobrepeso e caminhando para se tornar obeso.

Está com raiva? Vá descontar na musculação!


Se você gosta de ficar com os músculos durinhos (aliás, quem não gosta?) e anda estressada, que tal aliar as duas coisas e sair lucrando? Um estudo publicado no periódico americano Journal of Sport and Exercise Psychology comprovou que quando estamos irritados nossa força muscular aumenta 25%. Isso significa que você vai chegar na academia com mais garra e mais capacidade de  fazer uma atividade física que exige dos seus músuclos. Use a seu favor. (Revista Boa Forma, julho 2011)

Conforme vamos envelhecendo, a tendência é de acrescentarmos alguns quilinhos extras, especialmente se estivermos na fase da menopausa ou se resolvemos parar de fumar (fumei por 30 anos 3 maços por dia). Eu já sigo para os meus 50 anos e sempre gostei de fazer musculação mas devo admitir que nunca fui chegada à parte aeróbica. Talvez porque eu fui magra demais quando era garota e só depois dos 30 anos e que cheguei a um peso que poderia ser chamado de ideal. Entretanto, de 1 ano para cá, engordei BASTANTE - tenho 1.66m e consegui manter o máximo de 65kg por vários anos, mesmo tendo de começar a fazer a parte aeróbica. Há alguns meses, comecei a verificar que o ponteiro da balança estava contra mim e vi que estava chegando aos 70 kg. Daí comecei a enlouquecer pq eu não queria ficar uma velhota gorducha e eu estava me sentindo literalmente REDONDA! :/

Uma amiga da academia me indicou uma nutricionista para ajudar a balancear minha alimentação - sempre fui adepta das porcarias e de tudo que engorda. Ela me convenceu dizendo que eu iria poder continuar comendo minhas "porcarias", não seria obrigada a comer mato (eu detesto verduras) e ainda assim iria emagrecer. O tratamento é razoavelmente caro e vc tem que fazer a pesagem toda semana e passar por uma nutricionista assistente para ver se extrapolou alguma cota e o peso. O resultado foi MUITO BOM - perdi 6kg em 6 semanas (hoje estou com 63 kg) - sem passar fome e nem deixar de comer minhas porcarias! :D

O Programa chama-se A (açucares) P (proteínas) G (gordura) e tem supervisão de Jaqueline Wisnescky:
Copacabana
rua Constante Ramos 44 Cob. 05 tel.: (21)2235-2517
Barra
Avenida das Américas 500 bl. 23 sl. 305 (Downtown) tel.: (21)3433-7033

Sei que muita gente não tem condição de fazer um acompanhamento deste tipo, então aqui vão algumas dicas que podem ajudar levando-se em consideração que você está com sua saúde em dia (sem problemas hipertensivos, colesterol, cardíaco ou coisas do gênero).

Desde que comecei com a dieta, caminho quase que diariamente uma média de 8km - do Leme ao Posto Seis em velocidade média/alta. Além disso, 3 vezes por semana eu faço musculação na academia durante 30/40 minutos. Se você não está fazendo nenhum tipo de exercício, o ideal é começar caminhando pouco e devagar e aumentando aos poucos. Nâo se esqueça de se alongar antes e depois dos exercícios.

Inicialmente a nutricionista fez uma dieta para mim que se constitui basicamente de:
- Café da Manhã - 2A e 1/2P
- Colação (ou lanche) - 2 A
- Almoço - 3A, 1P, vegetal B (4 colheres de sopa) e vegetal A (à vontade) - aqui eu morro nos vegetais pq não sou nada fã deles... :P
- Lanche - 2A
- Jantar - 1P, 6A, vegetal B (4 colheres de sopa) e vegetal A (à vontade).
- Ceia - 1A
Como eu sou chata pra burro pra comer e AMO batata, farinha, macarrão e carboidrato em geral, tento economizar os "A"s dos lanches e como durante os lanches coisas que não prejudiquem tipo tomate com sal, que eu adoro. E também economizo nos "A"s e "G"s pros finais de semana, assim posso comer as coisas gostosas com meu maridinho (que acabou entrando na dieta por tabela!).

Resumindo drasticamente:
1A = 1 cota de fruta = 1 cs de arroz = 1 fatia de pão de forma sem casca = 1 torrada = 1 cs macarrão
1G = fritura, refogados, azeite, creme de leite, carnes gordas, manteiga, peixes
1P = 1 palma de carne magra, 2 ovos cozidos, 200ml de leite desnatado, 1 fatia de 30g de queijo, 4 fatias de fios magros

Aqui, o exemplo de um cardápio meu:
Café da Manhã:
1 pão de forma se casca com 2 fatias de presunto magro e 200ml de mate adoçado com açucar light (pq eu não gosto de adoçante). 2A + 1/2P
Colação:
2 biscoitos Original Nestlé. 2A
Almoço:
3 colheres de sopa de arroz e 1 panqueca de carne. 3A + 1P
Lanche:
1/2 manga. 1A
Jantar:
1 fatia de pizza de calabresa com 200ml de coca-cola comum e 1/2 fatia de torta. 11A + 1P + 1G
Ceia:
1 tomate com sal.

O ideal, como eu disse, seria fazer o acompanhamento com uma nutricionista que te daria uma tabela com quantas calorias ao dia você poderia consumir.
De qualquer forma, fica a minha dica e espero ajudar no que for possível!

Uma Feliz Páscoa a todos vocês lembrando que 1 língua de gato da Kopenhagen vale 1A! :D